A organização da Fórmula Indy e das 500 Milhas de Indianápolis anunciou nesta terça-feira que Julianne Hough será a intérprete do Hino Nacional Americano na tradicional prova americana. Quem é Julianne HOugh? Simples: a parceira de Helio Castroneves no "Dancing with the Stars", que o brasileiro venceu no fim do ano passado. Além de talentosa, ela é muito bela!
Você já pode baixar no Voando Baixo o podcast Por dentro dos Boxes, feito por mim e Lito Cavalcanti, comentarista do SporTV. Nesta semana, falamos tudo sobre o GP do Bahrein de Fórmula 1. Conversei também com a internauta Priscilla Bar no quadro Pole Position. Ela tem o blog Guard Rail, mora na Espanha e nos contou detalhes sobre a expectativa dos torcedores no país. Para participar, é só mandar um e-mail para pordentrodosboxes@globo.com, com nome e telefone. Confiram!
Vamos começar as avaliações do GP do Bahrein, terceira etapa da temporada 2008 da Fórmula 1. Primeiro, os vencedores dos Troféus Fangio e Tartaruga de melhor e pior do fim de semana:
Melhor:Felipe Massa, da Ferrari, que fez uma corrida perfeita, sem cometer erros. O brasileiro foi constante e rápido, além de sempre manter uma distância segura para Kimi Raikkonen, o segundo colocado. É o começo da volta por cima.
Pior:Lewis Hamilton, da McLaren, que apertou o botão errado na largada (de novo????) e acertou a traseira de Alonso na segunda volta da corrida. Pelo conjunto da obra, ganha o troféu tartaruga com louvor.
Avaliação das equipes:
Tudo perfeito para a equipe italiana no Bahrein: dobradinha e liderança no Mundial de Pilotos. Como era previsto na pré-temporada, pinta como o grande bicho-papão da temporada.
A BMW Sauber é a equipe que mais cresce no ano. No Bahrein, o time conseguiu incomodar a McLaren e esteve perto da Ferrari. Mas ainda falta algo para lutar por vitórias.
Sempre tida como a decepção do ano, a equipe japonesa está surpreendendo. Jarno Trulli pontuou de novo e Timo Glock terminou sua primeira corrida na temporada. Se mantiver a evolução, pode se firmar entre as quatro primeiras do Mundial de Construtores.
Pontuou de novo com Mark Webber e sofreu com outro acidente de David Coulthard. Tem ótimo potencial de crescimento e deve melhorar ainda mais após os testes de Barcelona, quando novidades aerodinâmicas serão testadas.
Cresceu em relação ao ano passado, mas ainda não o suficiente para pontuar. Mas é um dos carros com maior potencial de crescimento no ano e terá novidades no GP da Espanha.
Não teve um bom desempenho em nenhum momento no Bahrein. Parece sofrer com a inexperiência de seus pilotos, que penam no acerto dos carros. E os dirigentes já admitem sentir saudades de Fernando Alonso, que saiu da equipe no fim do ano passado.
Nico Rosberg salvou um pontinho no Bahrein, mas a equipe não confirmou a expectativa lançada após o GP da Austrália, quando foi ao pódio. Precisa trabalhar muito antes da temporada européia da F-1.
Terminou uma corrida pela primeira vez com seus dois carros. A equipe evolui e mostra um bom potencial. E, além disso, conseguiu motivar Giancarlo Fisichella, que tem se destacado.
A grande decepção da temporada até agora. Apesar do esforço de Alonso e Nelsinho, o carro da equipe tem problemas e precisa ser muito trabalhado.
A equipe também decepcionou no Bahrein. Vettel quebrou logo no início e Bourdais não teve condições de ir mais à frente. É urgente a estréia do novo carro, que deve acontecer em Barcelona.
Fez o que podia (de novo): terminou a corrida no Bahrein com seus dois carros. Mas, com um carro defasado, é tudo o que a equipe pode esperar no resto desta temporada.
O Voando Baixo publica mais uma série especial de wallpapers. Após os carros desta temporada e do calendário, os homenageados agora são os vencedores de 2008 da Fórmula 1. A vez é de Felipe Massa, que levou o troféu no GP do Bahrein. A realização é do amigo Mauricio Ribeiro, que trabalha na Editoria de Arte do GLOBOESPORTE.COM.
Para baixar o wallpaper, é só clicar na imagem com o botão direito de seu mouse e escolher a opção "Salvar destino como".
Humor espanhol - 2No pré-corrida da Telecinco, TV espanhola que transmite a F-1, é exibido um resumo da corrida anterior muito bem-humorado. "Los Quemagomas" mostram tudo do GP da Malásia.
Perfeita: esta palavra define bem o que foi a corrida de Felipe Massa no Bahrein. Ele conseguiu a liderança ainda na largada, quando saltou na frente de Robert Kubica, o pole position. Logo após, ele conseguiu fazer voltas consistentes, sempre no mesmo ritmo, sem grandes oscilações entre os setores do circuito. Para completar, ele fez sua primeira corrida no ano sem errar e foi muito bem recompensado com a vitória em Sakhir.
E o brasileiro ainda teve uma boa notícia, com os erros bizarros e infantis de Lewis Hamilton no início da corrida. Primeiro, ele demorou muito a sair do grid. Depois, na ânsia de recuperar posições, o inglês acertou o pneu traseiro direito de Alonso, perdeu o bico e muitos segundos nos boxes. Ele terminou em 13º, uma volta atrás e sem pontos.
Mesmo com uma corrida burocrática, Kimi Raikkonen conseguiu a segunda posição, assumiu a ponta do campeonato, três à frente de Nick Heidfeld, da BMW Sauber. Mas a passividade do finlandês tem explicação: esta era a segunda corrida de seu motor, que foi muito exigido na Malásia. Por isso, ele e a equipe optaram por preservá-lo, garantir o segundo lugar e a liderança do Mundial.
Para encerrar, a BMW Sauber assumiu a ponta do Mundial de Construtores após o terceiro lugar de Robert Kubica e o quarto de Nick Heidfeld. Com regularidade e apenas um abandono na temporada (na Austrália, quando Kubica foi acertado por Kazuki Nakajima), a equipe alemã mostra sua evolução e pode se tornar candidada ao título. Com poucas evoluções, o F1.08 poderá fazer frente ao F2008 da Ferrari. Mas a BMW já parece estar melhor do que a McLaren.
Apesar de infame, esse trocadilho, obra do comunicado oficial da BMW Sauber após o treino (clique aqui e baixe o PDF em inglês), serve para homenagear o feito do primeiro piloto polonês da Fórmula 1. Robert Kubica larga na pole position do GP do Bahrein, neste domingo. No entanto, a primeira posição era de Felipe Massa, mas um erro no fim da volta (assumido pelo brasileiro, diga-se de passagem), o deixou em segundo.
A BMW Sauber já demonstrou ter um bom ritmo de corrida nas duas corridas anteriores, na Austrália e na Malásia. Por isso, apesar de ter um melhor carro, não creio que a tarefa de Felipe Massa seja tão fácil assim. Kubica vende muito caro as ultrapassagens e o brasileiro terá trabalho. Acredito em uma vitória do brasileiro, mas com o polonês em seu encalço.
O polonês pode estar mais leve também mas, sinceramente não acredito nesta hipótese. Aliás, isso foi dito em todos os treinos de Kubica neste ano. Na Austrália, ele largou em segundo e parou na volta 16, duas antes do vencedor Lewis Hamilton. Na Malásia, Kubica foi o quarto no grid e o último dos ponteiros a parar, na volta 22. Além disso, vários pilotos rivais elogiaram o ritmo de corrida da BMW Sauber. Para mim, ele tem boas chances de conseguir um ótimo resultado, e quem sabe até a vitória.
Felipe Massa conseguiu um ótimo resultado no primeiro dia de treinos livres para o GP do Bahrein. Ah, mas alguns vão dizer: "Treino livre não vale nada". Concordo apenas em parte. Atualmente, um desempenho como o do brasileiro em um dia de atividades na pista serve para levantar o moral do piloto, principalmente após duas corridas sem pontuar.
Mas terminar em primeiro com uma Ferrari que está sobrando é obrigação, alguns dirão. Sim, mas a diferença que Massa impôs a Raikkonen, seu companheiro e segundo colocado do dia, foi incomum. Mesmo com carros em condições diferentes, 0s904 é muita coisa. O brasileiro parece querer dar uma resposta à altura das críticas e é o favorito à pole position neste sábado.
Hamilton sob pressão?
Na McLaren, Lewis Hamilton errou feio no fim do treino livre e bateu forte na barreira de pneus da saída da curva 7. Logo se pensou que a melhora no rendimento de Heikki Kovalainen, seu companheiro de equipe, estaria pondo mais pressão no inglês. Não creio ser essa a causa. Foi apenas um erro, no fim da segunda sessão, que vai dar apenas um pouco mais de trabalho para o time. Mas vejo outro problema com Hamilton neste ano.
O inglês parece se ressentir de alguma experiência no acerto do carro. É só lembrar que, no ano passado, esta tarefa era de Fernando Alonso e gerou grandes confusões ao longo da temporada. Hamilton foi muito bem na Austrália, mas não foi desafiado. As Ferraris pareciam render mais, mas sofreram com percalços mecânicos e erros de seus pilotos. Na Malásia, a equipe foi superada pela BMW Sauber e Kovalainen brilhou muito mais que o companheiro.
O que será agora no Bahrein? Hamilton provou sua instabilidade em momentos de pressão naquele fim de temporada em 2007. As férias curaram esse problema? Ou o fantasma da perda do título ainda o assombra. O único ponto que sei é que a Fórmula 1 não costuma dar segundas chances a pilotos. Hamilton precisa do título em 2008 ou ficará marcado como piloto instável e que sucumbe a pressões. Vamos esperar as cenas dos próximos capítulos.
Uma prática comum entre a imprensa inglesa, principalmente a especializada em automobilismo, é pregar peças no dia primeiro de abril. Neste ano, a pegadinha do dia da mentira foi um anúncio “surpreendente” de que o veterano David Coulthard teria comprado a STR, para transformá-la em CPR – Coulthard Power Racing – e desta forma continuar na categoria mesmo depois de pendurar o capacete.
Infelizmente, era só uma piada, mesmo. Digam o que quiserem do escocês, mas que seria interessante vê-lo comandando um time, isso seria. Numa Fórmula 1 dominada pelas montadoras, ter um ex-piloto à frente de uma equipe é sempre um alento. No lugar dos engravatados e dos discursos engessados, poderia haver mais gente do ramo pelo paddock. Quem sabe, se eles estivessem em maior número, a categoria não se encontrasse hoje neste beco sem saída.
O último piloto que emprestou seu nome a uma equipe com relativo sucesso, o fez por pouco tempo. Depois de ser tricampeão mundial nos anos sessenta e setenta, o também escocês Jackie Stewart disputou três temporadas no fim dos anos noventa como dirigente. Chegou a vencer uma corrida com sua Stewart Racing, mas quando percebeu que os custos cresciam exponencialmente, passou a bola para a Ford e foi cuidar da vida.
Alguns pilotos eternizaram seus nomes como construtores. Desde o lendário Jack Brabham, que conseguiu a façanha de ser campeão a bordo do próprio carro, até o caso de Bruce McLaren, que chegou a vencer uma prova guiando um modelo construído por ele mesmo, mas que não viveu o suficiente para fazê-lo campeão mundial.
Outros não obtiveram o mesmo sucesso. A lista é longa, e inclui campeões como Graham Hill, Emerson Fittipaldi e Alain Prost, que raramente se esquivaram do fundo do grid enquanto suas equipes estiveram em atividade. Se o fanfarrão Coulthard se juntaria a eles ou aos mais bem sucedidos, nunca saberemos. Mas que a categoria precisa de gente do ramo, isso é inegável. Assim, quem sabe, voltaremos a ter, em vez de notícias de mentira, corridas de verdade.
O jornalista Alexander Grünwald é produtor do programa Grid Motor, do SPORTV, e dono do Grün Blog. Ele escreve neste espaço todas as sextas-feiras.
O 33º "Que GP é esse?" foi fácil. Mais de 100 internautas responderam o desafio e 46 acertaram na íntegra. Vamos ao gabarito: René Arnoux, Martini-Ford MK23, e Bruno Giacomelli, McLaren-Ford M26, no GP da Bélgica de 1978, em Zolder. O francês chegou em nono, uma posição atrás de Giacomello. O vencedor foi Mario Andretti, da Lotus-Ford.
Eis os acertadores:
1 - Marcelo Fera 2 - Rafael Dellevedove 3 - Emerson Melero 4 - Francisco Amaral - http://www.velocidadevirtual.com/gpclassic 5 - Sérgio Mineiro 6 - Henrique Adrião Cruz 7 - Lucas S.A. 8 - Diogo Boegershausen 9 - João Victor Moretti 10 - Leonardo Petricelli 11 - Fernando Cruz 12 - Lafayete Fantossi 13 - Eugenio Pacelli Jr. 14 - Wagner Generoso 15 - Rianov Albinov - http://f1nostalgia.blogspot.com/ 16 - Rodrigo Mattar - http://sacovaziodegatos.blogspot.com/ 17 - Leonardo Freitas BH 18 - Marcelo Mason 19 - Marcelo Rezende - http://snelheidwereld.blogspot.com/ 20 - Manoel Barros 21 - Aderson 22 - Sérgio Mazola 23 - Gustavo Coelho - http://blogf1grandprix.blogspot.com/ 24 - Caique Pescarolo 25 - Francisco Siqueira 26 - Luiz Fernando V. Novaes 27 - Robson Cechinel 28 - Rafael B. Santos 29 - Adriano Osellame 30 - Carlos Renato Lima 31 - Matheus Garda 32 - Flávio 33 - Fillipi Palmieri 34 - Lourenço Ostermayer 35 - Cesar Aparecido Sansoniuk 36 - José Carlos dos Santos 37 - Manoel Barros 38 - Sylvio Sérvulo de Faria 39 - Filipe 39 - Renato Rodrigues 40 - Nilson Rebordão Jr. 41 - Milton Kanai 42 - Sérgio Serrano 43 - Pedro Henrique Silva Conde Aguiar 44 - Antônio Tigre 45 - Rodrigo Quitete 46 - Leonardo G. Cardoso
Demorei a comentar o assunto Max Mosley aqui no Voando Baixo. Só não o fiz antes porque não queria cometer injustiças. Após quase uma semana do escândalo deflagrado pela reportagem do tablóide inglês "News of the world", a situação parece ter chegado a um nível insustentável. Só com muita força de vontade Max Mosley vai conseguir se manter na presidência da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).
Como muita gente boa já disse, precisamos nos indagar sobre a validade de tal denúncia. Afinal, a vida particular de uma pessoa pública não deve ser noticiada. A não ser que isso afete sua imagem. O caso de Mosley se enquadra neste último. É um direito dele fazer o que quiser com sua vida particular (inclusive orgias com prostitutas, desde que esteja preparado para agüentar as conseqüências, como um divórcio). Mas ele deveria ter mais cuidado e não ter se deixado filmar. Para piorar, a conotação nazista da "brincadeira" foi a cereja do bolo. Então, o tablóide inglês fez a festa.
Para a Fórmula 1, isto é o pior que poderia ter acontecido neste momento. A categoria saiu de um escândalo de espionagem no ano passado e teve mais um, desta vez de racismo, na pré-temporada, em Barcelona. E o pior: Mosley detonou os torcedores que vitimaram Hamilton na Espanha. Casa de ferreiro, espeto de pau? O fato é que ficou muito feio para o inglês.
Não acredito que ele tenha forças para se manter no comando da FIA. Para mim, ele vai pedir demissão nesta reunião da entidade. Com a saída dele, outros nomes ganham força. Jean Todt, que deixou a Ferrari neste ano, sai na frente. Mas não descartaria o nome de Flavio Briatore, sócio de Bernie Ecclestone em vários negócios, como a GP2 e o time de futebol inglês Queens Park Rangers (QPR).
A imprensa inglesa publicou nesta quinta-feira mais um suposto affair de Lewis Hamilton (leia mais aqui!). Dannii Minogue é uma cantora australiana e já foi noiva de Jacques Villeneuve. O que você achou do novo caso de Hamilton?
O heptacampeão da Fórmula 1 lançou nesta quarta-feira, em Bruxelas, na Bélgica, uma campanha de um de seus patrocinadores contra a combinação bebida-direção. A iniciativa é parecida com a de um dos parceiros da McLaren, que já faz o "Piloto da Vez" com Mika Hakkinen e os pilotos da equipe.
O Voando Baixo traz o 33º desafio do "Que GP é esse?". Qual o local, ano, os carros e o pilotos que estão em primeiro plano nesta foto? Resultado na sexta! Divirtam-se!
Os comentários só serão liberados após a divulgação do resultado, para não facilitar a tarefa.
Achei esse outro comercial de Fernando Alonso no Blog Octeto Racing Team. O patrocinador principal da Renault também já colocou um comercial com o bicampeão no ar. O melhor é a cara do espanhol no fim do anúncio. Parecia premonição!
Repórter de Fórmula 1, Stock Car e Esporte a Motor do GLOBOESPORTE.COM desde maio de 2006. Nascido no Rio de Janeiro, formado em jornalismo na PUC-Rio, começou a cobrir eventos automobilísticos em 2004. Trabalhou dois meses no site LANCENET! e mudou-se, em seguida, para a Revista A+ do diário LANCE!, onde ficou durante um ano e dois meses.